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21 dezembro 2016

Grupo Turco ESAN investe no sector mineiro Alentejano

No final de Novembro, o grupo turco ESAN assinou dois contractos para a prospecção e pesquisa de zinco e cobre no sector mineiro do Alentejo, que implicam um investimento mínimo de 7,6 milhões de euros.


Os contratos assinados formalizam o consórcio criado em Abril, que inclui a uma participação de 15% da Empresa de Desenvolvimento Mineiro (EDM). Segundo Rui Rodrigues, presidente da EDM, “os dois contratos com o grupo turco ESAN são para a prospecção e pesquisa na área demarcada de Alcácer e São Pedro de Cabaças”. Nesta fase a entidade pública não terá de avançar com qualquer investimento, uma vez que o contrato formalizado já acautela os gastos iniciais.

06 setembro 2014

Palestra: "Património geológico e mineiro da Zona Sul Portuguesa, fundamentos para o desenvolvimento de Geoparques no Alentejo"

O Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG) vai promover uma palestra subordinada ao tema: "Património geológico e mineiro da Zona Sul Portuguesa, fundamentos para o desenvolvimento de Geoparques no Alentejo".


28 dezembro 2013

Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial da Faixa Piritosa Ibérica

   O Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) da Faixa Piritosa Ibérica adquirirá, em breve, personalidade jurídica. 

AECT da FPI.

   A AECT tem como objectivo dar prioridade à cooperação entre entidades de territórios mineiros (com necessidades comuns de desenvolvimento económico e social) e assegurar a articulação de esforços e a gestão de competências em matéria de turismo, meio ambiente, energia, desenvolvimento local, entre outros, num desenvolvimento integrado e harmonioso.

19 abril 2012

Minas Tour Ibérico 2012 - NGe FCT-UNL



O Núcleo de Geologia (FCT-UNL) apresenta o «Minas Tour Ibérico 2012», a realizar dias 4, 5 e 6 de Maio de 2012.

Esta saída marca uma nova etapa na história das actividades realizadas pelo NGe, inaugurando as suas deslocações «além-fronteiras».

A actividade pretende dar a conhecer a Faixa Piritosa Ibérica, uma das estruturas geológicas mais significativas da Península, através da visita a duas das principais explorações mineiras de sulfuretos polimetálicos. Será igualmente visitado o Parque Mineiro das Minas de Almáden e Arrayanes, uma das maiores explorações mundiais de mercúrio.

O plano da saída é o seguinte:
4 de MaioMina Neves-Corvo - Somincor (Baixo Alentejo);
5 de MaioMinas de Almáden e Arrayanes (Ciudad Real);
6 de MaioMina de Riotinto (Huelva, Andaluzia), São Domingos (a confirmar).

Mais informações na página oficial do facebook:

04 fevereiro 2011

Alentejo acolhe Centro de Estudos Geológicos e Mineiros



Um Centro de Estudos Geológicos e Mineiros sobre a Faixa Piritosa Ibérica vai ser criado em Beja, num projecto que inclui uma litoteca, para arquivar “várias centenas de quilómetros” de amostras do subsolo já recolhidas, revelaram os promotores.

A iniciativa é do Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG) e prevê um investimento perto dos 3,5 milhões de euros, a candidatar ao Programa Estratégico do Sistema Regional de Transferência de Tecnologia (SRTT).

O SRTT, que envolve um consórcio de 21 parceiros e cujo protocolo de financiamento já foi assinado, pretende investir 41,8 milhões de euros, dos quais 29,3 milhões são fundos comunitários, nas áreas da ciência e tecnologia no Alentejo e Lezíria do Tejo.

Aproveitando este programa, o LNEG, que “há muitos anos” ambicionava instalar no Alentejo uma litoteca com material da Faixa Piritosa Ibérica, vai agora candidatar o projecto do Centro de Estudos Geológicos e Mineiros.

“Temos outras litotecas, mas estão muito cheias e não dá para armazenar e acondicionar devidamente todas as amostras que já possuímos da Faixa Piritosa Ibérica”, disse hoje à Lusa Machado Leite, do conselho directivo do LNEG. Os testemunhos de sondagens desta zona com forte potencial mineiro, que se estende desde Espanha até ao Alentejo, já totalizam “várias centenas de quilómetros”.

“A Faixa Piritosa Ibérica é um alvo mineiro mundialmente reconhecido e de que Portugal beneficia há décadas”, realçou, aludindo às actuais minas de Neves Corvo (Castro Verde) e Aljustrel e aos antigos pólos mineiros de Lousal (Grândola) e S. Domingos (Mértola).

E especialmente quando as cotações de minério estão em alta, frisou, as amostras geológicas do subsolo detidas pelo LNEG “têm um valor incalculável” para os investidores do sector. “A consulta deste tipo de amostras que o LNEG disponibiliza permite às empresas desenvolverem o seu conhecimento, para aumentar a probabilidade de descoberta de uma nova mina. O facto de a informação estar disponível, diminui o risco para quem investe”, explicou Magalhães Leite.

Além da litoteca, o LNEG vai congregar no Centro de Estudos Geológicos e Mineiros o “património acumulado, ao longo dos anos, sobre a Faixa Piritosa Ibérica”, nomeadamente competência técnica e científica, mapas e cartas geológicas.

“Queremos criar condições para atrair massa técnica científica e tecnológica, juntando também parceiros do sector, a nível nacional e internacional, em torno do centro”, frisou Magalhães Leite.

O LNEG, que possui um pólo em Beja, a transferir para o futuro centro, tem por missão desenvolver conhecimento para a identificação, valorização e promoção económica da exploração dos recursos mineiros em Portugal.

O projecto do centro de Beja vai ser candidatado ao SRTT e, segundo Magalhães Leite, que disse confiar na sua aprovação, deverá estar pronto “até ao final de 2013”, quando termina o Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).

Fonte: www.cienciahoje.pt