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13 dezembro 2016

Mineração submarina nos Açores em negociação

A mineração submarina volta a estar na ordem do dia em Portugal com a intenção da Ministra do Mar em impulsionar esta atividade. De facto, a empresa canadiana Nautilus entregou em 2008 um pedido de prospeção e pesquisa de minerais em seis pontos do Mar dos Açores, o qual caducou entretanto face à regulamentação que institui o Parque Marinho dos Açores. Contudo, esta empresa continua interessada neste projeto e decorrem negociações com o Governo português sobre este assunto.

Recorde-se que a Nautilus tem vindo a desenvolver um projeto na Papua Nova Guiné (Solwara 1) que consiste na exploração submarina de nódulos polimetálicos de sulfuretos de cobre, ferro e prata (a 1.600 metros de profundidade), com concentrações de cobre de cerca de 8%. Este projeto tem sofrido atrasos, mas pensa-se que irá arrancar em 2018,pese embora a forte contestação que o afeta. A Nautilus recebeu já a maquinaria que irá ser colocada no fundo do mar e irá receber em breve o navio de apoio às atividades de mineração.

04 fevereiro 2011

Começou primeira corrida ao ouro no mar, a 1600 metros de profundidade

A empresa Nautilus Minerals teve a concessão para extrair ouro e outros minérios do fundo do mar, em águas da Papua-Nova Guiné. A companhia, com sede em Toronto, no Canadá, é a primeira a ganhar direito de explorar o fundo marinho e vai realizar os trabalhos a 1600 metros de profundidade depois de vários anos a fazer a prospecção e a realizar estudos ambientais naquela região, adianta o jornal espanhol El País.



O direito exclusivo dado pelo Governo da Papua-Nova Guiné à Nautilus Minerals é de 20 anos. Segundo as estimativas da empresa, a jazida contem 2,2 milhões de toneladas de material. Destas, 870 mil toneladas têm 6,8 por cento de cobre e 4,8 gramas por tonelada de ouro, além de outros materiais de interesse económico.

Esta jazida é formada por um depósito de sulfuretos polimetálicos que estão associados a chaminés hidrotermais que existem a grande profundidade. A gestão destas jazidas, em águas internacionais, é regulada pela Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos.

Estas chaminés, identificadas há poucas décadas têm uma fauna rica e específica, os ambientalistas temem que este projecto destrua o habitat. Mas uma cientista que trabalhou com a empresa assegura que a Nautilus Minerals assegurou que uma área idêntica à área que vai ser explorada, não vai ser tocada pela empresa. O objectivo, é que esta área intacta sirva para re-colonizar a região explorada quando os trabalhos terminarem.

Numa altura em que os minérios terrestres estão a ficar mais caros, as empresas começam a apostar nos recursos inexplorados que estão no fundo do mar.

Fonte: www.publico.pt