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21 dezembro 2016

Grupo Turco ESAN investe no sector mineiro Alentejano

No final de Novembro, o grupo turco ESAN assinou dois contractos para a prospecção e pesquisa de zinco e cobre no sector mineiro do Alentejo, que implicam um investimento mínimo de 7,6 milhões de euros.


Os contratos assinados formalizam o consórcio criado em Abril, que inclui a uma participação de 15% da Empresa de Desenvolvimento Mineiro (EDM). Segundo Rui Rodrigues, presidente da EDM, “os dois contratos com o grupo turco ESAN são para a prospecção e pesquisa na área demarcada de Alcácer e São Pedro de Cabaças”. Nesta fase a entidade pública não terá de avançar com qualquer investimento, uma vez que o contrato formalizado já acautela os gastos iniciais.

20 novembro 2014

"IX Jornadas de Stª Bárbara"

   No próximo dia 4 de Dezembro, pelas 14 horas, realizam-se as "IX Jornadas de Stª Bárbara" organizadas pelo Núcleo de Minas do Instituto Superior Técnico (NUMIST). O evento será realizado no salão nobre do Instituto Superior Técnico, Alameda.

   As jornadas são constituídas por um conjunto de palestras apresentadas por profissionais com grande experiência nos seguintes âmbitos:

  • Várias áreas da indústria extractiva
  • Exploração e prospecção de recursos minerais
  • Captação de recursos hídricos
  • Exploração petrolífera
  • Entre outros
   
   Este evento pretende mobilizar ex-alunos, alunos e professores e pretende proporcionar um encontro entre as empresas e profissionais do sector da indústria extractiva e transformadora e os alunos que realizam a sua formação nesta área. 

    Após as palestras decorrerá um jantar convívio para todos os presentes com o preço simbólico de 2€, o valor deverá ser entregue durante a recepção aos participantes no dia do evento. O local do jantar será divulgado brevemente.




As inscrições para o evento são obrigatórias e podem ser realizadas AQUI.



   Para mais informações contactar através do seguinte email numist@ist.utl.pt ou pela seguinte página do Facebook; https://www.facebook.com/minasIST.   


16 maio 2014

Palestra: "Carta Radiométrica de Portugal: Uma ferramenta de prospecção"

   No dia 20 de Maio, pelas 11 horas no Auditório do LNEG, em Alfragide, decorrerá a palestra "Carta Radiométrica de Portugal: Uma ferramenta de prospecção", apresentada pela Doutora Maria João Batista.

Fonte: http://www.scielo.br/img/revistas/rbg/v28n4/a11fig07.jpg

08 novembro 2013

Conferência: "O Incremento da Prospecção e Exploração de Volfrâmio em Portugal - Sua Importância no Sector Mineiro Nacional"

O Colégio de Engenharia Geológica e de Minas da Região Sul da Ordem dos Engenheiros (OE), vai promover uma conferência com o tema: "O Incremento da Prospecção e Exploração de Volfrâmio em Portugal - Sua Importância no Sector Mineiro Nacional", integrada no Ciclo de Conferências "Recursos Minerais de Portugal”.

Volframite (Fonte).

O evento terá lugar no próximo dia 19 de Novembro, pelas 18h00, no Auditório da Sede da Região Sul da OE (Lisboa).

21 junho 2013

Spin-off da Univ. do Minho desenvolve ferramentas inovadoras na prospecção

   No âmbito do projecto PROSP, a Sinergeo (spin-off da Universidade do Minho) está a desenvolver ferramentas inovadoras para a prospecção e detecção de pegmatitos graníticos, rochas que incluem minerais utilizados no sector das novas tecnologias.


   “Estamos a trabalhar na base da cadeia de valor, isto é, tentando contribuir para a facilitação do acesso à matéria-prima proveniente de jazigos pegmatíticos, que incorpora vários produtos de alta tecnologia à venda em todo o mundo. O tântalo é, por exemplo, um dos metais provenientes de pegmatitos mais usado nos telemóveis”, explica o coordenador Bruno Pereira. E acrescenta: “Com esta abordagem, um dos objectivos é proporcionar às empresas de exploração mineira a implementação de uma metodologia em que seja necessário menos investimento numa fase inicial da prospecção”. 

   Os métodos em desenvolvimento recorrem à prospecção geológica auxiliada pela análise distanciada e por técnicas de detecção remota, através de sensores multiespectrais, integrando em simultâneo dados de levantamentos espectrais no terreno, levantamentos geológicos de detalhe, bem como informação sobre as características estruturais, morfológicas, morfométricas, petrográficas, químicas e espectrais dos minerais e rochas em estudo.

   “As ferramentas de análise distanciada e detecção remota são normalmente desenvolvidas para a prospecção de jazigos minerais, que têm elevado valor económico e para os quais existe um grande investimento financeiro em actividades de prospecção. O mesmo não acontece com os aparelhos pegmatíticos, algo que com projectos como o PROSPEG se tenta mudar”, adianta Bruno Pereira.
   Além disso, o trabalho contempla o estudo das combinações espectrais típicas pegmatíticas, área inovadora de investigação, fruto das combinações mineralógicas específicas deste tipo de rochas, bem como a criação de acervos dedicados ao tema.


   Estas técnicas poderão contribuir de forma indirecta para o abastecimento dos mercados mundiais, para além de facilitar o acesso a áreas de minério actualmente inacessíveis. Os resultados preliminares da investigação já foram apresentados em conferências internacionais, nomeadamente nos EUA e na Turquia. 


Artigo AQUI


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Adaptado de:

07 maio 2012

Conferências GeoFCUL - "Metalogenia: Prospecção Mineral"

   O Núcleo de Estudantes de Geologia da FCUL irá realizar a conferência "Metalogenia: Prospecção Mineral", uma abordagem simples ao conceito de metalogenia, bem como à sua importância na sociedade. Três alunos, que frequentaram o mestrado de Geologia Económica no GeoFCUL, contam as suas experiências e trabalho enquanto mestrandos na arte de aprendizagem da Prospecção Mineral.
   A actividade decorrerá no próximo dia 9 de Maio às 18H30, na sala 6.2.56. do edifício C6 na FCUL, Campo Grande, Lisboa.




Para mais informações contactar negfcul@gmail.com


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15 março 2012

Mohave quer avançar com um furo de prospecção de petróleo a 700 metros do Mosteiro de Alcobaça

A "Mohave Oil and Gas Corporation" quer avançar com um furo de prospecção de petróleo a 700 metros do Mosteiro de Alcobaça, no entanto anunciou à autarquia local no passado dia 14 de Março de 2012 que só aprovará esta operação só depois de avaliar todos os riscos que implicará para o monumento, que é classificado com Património da Humanidade pela UNESCO.

Fig. 1 - Mosteiro de Alcobaça (I de Inês - http://1355ines.blogspot.com/2011/05/mosteiro-de-alcobaca.html).




O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio, afirmou à agência Lusa que, "A Mohave solicitou autorização para fazer uma prospeção dentro do perímetro urbano, mas a Câmara só irá decidir depois de saber todos os riscos da realização do furo".

De acordo com o autarca, a empresa que estuda a hipótese de existência de petróleo na região de Alcobaça e de Torres Vedras, afirma ter "dados científicos encorajadores", que justificam a realização de um furo dentro do perímetro urbano da cidade de Alcobaça, junto à VCI (via de cintura interna).
O local dista cerca de 700 metros do Mosteiro de Alcobaça, pelo que Paulo Inácio quer "saber todas as informações" e se "estão reunidas as condições de segurança" antes autorizar a operação.

A pretensão da empresa vai ser discutida na próxima Terça-feira, dia 20 de Março de 2012, numa a reunião com os responsáveis pela Mohave, a Direção Geral de Energia (DGE) e o IGESPAR (Instituto do Património Arquitetónico e Arqueológico).

"A DGE já informou à Câmara que considera a situação normal e que o mesmo já foi feito noutras cidades europeias, como Roterdão (Holanda) e Paris (França), mas queremos que sejam acauteladas todas as proteções ao Mosteiro antes de decidir", adiantou o presidente.


No âmbito do contrato de concessão a empresa já realizou trabalhos de prospeção geofísica numa área de 160 quilómetros quadrados, repartidos por várias freguesias no concelho de Alcobaça.

Anteriormente haviam sido realizadas análises sísmicas em algumas freguesias e na cidade de Alcobaça, onde a câmara autorizou os trabalhos, depois de obtido parecer favorável do IGESPAR e ter estipulado um raio de proteção de 500 metros ao Mosteiro de Alcobaça.



Adaptado de:

10 fevereiro 2011

Petróleo no Canadá


Caros leitores, para variar um pouco o tipo de post's aqui feitos, deixo-vos um link com um vídeo sobre a produção de petróleo a partir de betume, que é dos tipos de obtenção de petróleo mais dispendiosos. Isto porque contrariamente ao típico método de obtenção, que consiste em efectuar uma sondagem, e a partir do furo desta extrair o petróleo líquido, este apresentado no vídeo consiste em extrair toneladas de areia para produzir um único barril de petróleo.

Para os que não compreendem muito bem a língua inglesa não se preocupem, pois o vídeo já está legendado (pt-pt).




04 fevereiro 2011

Começou primeira corrida ao ouro no mar, a 1600 metros de profundidade

A empresa Nautilus Minerals teve a concessão para extrair ouro e outros minérios do fundo do mar, em águas da Papua-Nova Guiné. A companhia, com sede em Toronto, no Canadá, é a primeira a ganhar direito de explorar o fundo marinho e vai realizar os trabalhos a 1600 metros de profundidade depois de vários anos a fazer a prospecção e a realizar estudos ambientais naquela região, adianta o jornal espanhol El País.



O direito exclusivo dado pelo Governo da Papua-Nova Guiné à Nautilus Minerals é de 20 anos. Segundo as estimativas da empresa, a jazida contem 2,2 milhões de toneladas de material. Destas, 870 mil toneladas têm 6,8 por cento de cobre e 4,8 gramas por tonelada de ouro, além de outros materiais de interesse económico.

Esta jazida é formada por um depósito de sulfuretos polimetálicos que estão associados a chaminés hidrotermais que existem a grande profundidade. A gestão destas jazidas, em águas internacionais, é regulada pela Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos.

Estas chaminés, identificadas há poucas décadas têm uma fauna rica e específica, os ambientalistas temem que este projecto destrua o habitat. Mas uma cientista que trabalhou com a empresa assegura que a Nautilus Minerals assegurou que uma área idêntica à área que vai ser explorada, não vai ser tocada pela empresa. O objectivo, é que esta área intacta sirva para re-colonizar a região explorada quando os trabalhos terminarem.

Numa altura em que os minérios terrestres estão a ficar mais caros, as empresas começam a apostar nos recursos inexplorados que estão no fundo do mar.

Fonte: www.publico.pt