No âmbito do Ciclo de Conferências comemorativo do 15º aniversário da Sociedade de História Natural, realizar-se-á mais uma conferência, proferida por Mário Cachão (Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa) e intitulada de: "Fósseis em Vulcões: o caso do Porto Santo".
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02 novembro 2013
24 outubro 2013
Fóssil raro de mosquito descoberto com sangue no abdómen
Dale
Greenwalt, coordenador do estudo na Academia Nacional de Ciências e pesquisador
voluntário do Museu Nacional de História Natural, em Washington, descobriu o
fóssil de mosquito depois de este ser dado ao museu como presente.
"É um fóssil extremamente raro, o único do seu género no
mundo", disse Dale Greenwalt, o mosquito descoberto tem cerca de 46
milhões de anos e foi encontrado numa zona ribeirinha de Montana, nos Estados
Unidos.
O fóssil de um mosquito
encontrado em Montana
20 outubro 2013
Descoberto mais antigo ancestral das aranhas, com 520 MA
A equipa liderada por Nicholas Strausfeld, da Universidade de Arizona, nos Estados Unidos e Gregory Edgecombe, do Museu Natural de Londres, afirmam ter descoberto o fóssil do mais antigo ancestral conhecido dos quelicerados, subfilo que inclui aranhas, escorpiões e o caranguejo-ferradura. O estudo divulgado pela revista Nature, indica que esse grupo de animais surgiu há pelo menos 520 milhões de anos.
Fóssil de ancestral das aranhas e escorpiões descoberto na China
O fóssil do animal com cerca de 3 centímetros, foi encontrado no sudoeste da China, sendo chamado de Alalcomenaeus. Este fóssil chamou a atenção dos investigadores, por ter o sistema nervoso bem preservado.
Pertence ao extinto grupo dos megacheira (“grandes garra” em grego), que possuíam dois grandes apêndices na cabeça, que lembravam um par de tesouras.
06 dezembro 2011
Encontraram o fóssil do Leviatã

Uma baleia predadora, que se julga ter habitado os oceanos há cerca de 12 milhões de anos. O fóssil é constituído por um crânio, com temíveis dentes, e foi encontrado no Perú. Até hoje nada semelhante fora encontrado, apenas se conhecem mitos, lendas e escrituras Hebraicas e Cristãs, que descrevem criaturas com tais características.
Uma equipa de investigadores encontrou no Peru, no deserto Pisco-Ica, o fóssil de uma espécie desconhecida de baleia gigante com 12 milhões de anos. O trabalho resultante do estudo desta descoberta, foi reconhecido e publicado na revista Nature. O Leviathan melvillei era uma baleia com mais de 17 metros de comprimento e seria um dos mais temíveis predadores dos oceanos, caçando focas, golfinhos ou outros cetáceos com 8 metros.
O Leviathan competia na sua altura com outro gigante marinho, o tubarão Carcharocles megalodon.
O nome científico Leviathan melvillei foi composto pelo nome genérico baseado no monstro marinho mitológico e pelo nome específico em homenagem ao autor da obra literária Moby Dick, Herman Melville.
06 novembro 2011
Fóssil de mamífero encontrado parece-se com esquilo da “Idade do Gelo”
Com ar de esquilo, focinho estreito e comprido, caninos anormalmente grandes, olhos pequenos e peludo. Este animal não faz lembrar nenhum já conhecido? Por momentos podia ser confundido pelo personagem Scrat do filme da "Idade do Gelo", o esquilo histérico que estava sempre à procura da próxima bolota, no entanto o Cronopio dentiacutus, mamífero cujos fósseis foram agora descobertos na Argentina, não tinha como companhia mamutes ou tigres dentes de sabre, mas sim dinossauros.

Este é o mais antigo fóssil de mamíferos, com 220 milhões de anos, pertence à Era dos dinossauros. Até à extinção dos répteis gigantes, há cerca de 65 milhões de anos, o número de fósseis de mamíferos encontrados é apenas um décimo dos que foram desenterrados e pertencem a épocas mais recentes. Por isso, a maior parte da história da ramificação dos mamíferos está por conhecer, e ainda mais em continentes menos explorados a nível paleontológico como a América do Sul.
O Cronopio dentiacutus tinha o tamanho do rato e viveu há cerca de 94 milhões de anos na província de Rio Negro, Argentina. A equipa de Guillermo Rougier, da Universidade de Louisville, no Kentucky, encontrou dois crânios e algumas maxilas fossilizadas.
Os cientistas conseguirem determinar que a nova espécie fazia parte dos Dryolestoidea, grupo extinto cujos membros são parentes próximos dos mamíferos marsupiais e placentários de hoje, no entanto o mais difícil é avaliara os hábitos do Cronopio ou a utilidade dos enormes dentes.
“Os dentes de trás, os molares, são o tipo de dentes necessários para os insectívoros, um animal que come insectos de diferentes tipos, e até pequenos invertebrados, ou talvez pequenos lagartos, que existiam ali”, disse Rougier à BBC News. “Mas não temos ideia porque é que precisava de caninos tão grandes. Aquelas presas são uma grande surpresa.”
O Cronopio dentiacutus tinha o tamanho do rato e viveu há cerca de 94 milhões de anos na província de Rio Negro, Argentina. A equipa de Guillermo Rougier, da Universidade de Louisville, no Kentucky, encontrou dois crânios e algumas maxilas fossilizadas.
Os cientistas conseguirem determinar que a nova espécie fazia parte dos Dryolestoidea, grupo extinto cujos membros são parentes próximos dos mamíferos marsupiais e placentários de hoje, no entanto o mais difícil é avaliara os hábitos do Cronopio ou a utilidade dos enormes dentes.
“Os dentes de trás, os molares, são o tipo de dentes necessários para os insectívoros, um animal que come insectos de diferentes tipos, e até pequenos invertebrados, ou talvez pequenos lagartos, que existiam ali”, disse Rougier à BBC News. “Mas não temos ideia porque é que precisava de caninos tão grandes. Aquelas presas são uma grande surpresa.”
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Fonte/Source:
Público - http://www.publico.pt/Ciências/fossil-de-mamifero-encontrado-parecese-com-esquilo-da-idade-do-gelo-1519459
Fonte/Source:
Público - http://www.publico.pt/Ciências/fossil-de-mamifero-encontrado-parecese-com-esquilo-da-idade-do-gelo-1519459
02 outubro 2011
Fóssil de cetáceo resgatado de emergência em Lisboa
Decorreu no passado mês de Junho uma Sondagem Paleontológica de Diagnóstico, com carácter de emergência, que visou a detecção e salvamento de restos osteológicos de uma baleia fóssil, no Miocénico de Lisboa.
Os restos fósseis encontrados correspondem a dois sectores mandibulares de um mesmo indivíduo, não estando em ambas preservada a terminação posterior, que incluiria os processos coronóides e angulares. Parte da mandíbula foi fracturada durante o processo de abertura da vala no âmbito deste projecto, ainda que os maiores danos tenham sido causados pela vala para implantação de condutas de gás, já existente. O apreciável estado de conservação, bem com um posicionamento próximo da posição de vida (apenas com ligeiro deslocamento lateral das terminações anteriores bem como uma ligeira vergência para o lado direito) permitiu considerar a hipótese de encontrar mais restos desta baleia fóssil, nomeadamente cranianos. Restos posicionados posteriormente a estas mandíbulas (e.g. vértebras cervicais e dorsais), se preservados, terão provavelmente sido removidos e danificados durante a abertura da vala de colocação de gás.
Procederam-se aos trabalhos de escavação e remoção das mandíbulas, e localização de possíveis novos restos, pesquisa que não obteve sucesso. Numa primeira análise, é possível concluir que se está na presença de uma baleia pertencente à subordem Mysticeti, sendo contudo difícil de determinar a sua família (famílias prováveis: Cetotheriidae, Balaenidae, Balaenopteridae).
Do ponto de vista estratigráfico, os sedimentos que continham estes restos osteológicos correspondem à transição entre o Miocénico médio a superior, mais precisamente aos Calcários de Marvila, com idades atribuídas ao Serrevaliano superior/Tortoniano Inferior (entre 13.65 e 11.60 Milhões de anos). A sua riqueza em cetáceos fósseis encontra-se já documentada pelos diversos restos fósseis, incluindo diversos crânios parcialmente completos, existentes no Museu Geológico do LNEG.
Texto adaptado de: ALT - SOCIEDADE DE HISTÓRIA NATURAL
20 junho 2011
Descoberto fóssil de um dos mais pequenos dinossauros do mundo
O fóssil foi descoberto por Dave Brockhurst, um coleccionador de fósseis local. Depois da descoberta, especialistas da universidade de Portsmouth analisaram o espécimen.
O dinossauro foi denominado maniraptora de Ashdown pelas suas semelhanças aos maniraptores, dinossauros bípedes (terópodes) que apresentavam mãos com pulsos giratórios.
Segundo os cientistas este dinossauro era carnívoro ou omnívoro e terá vivido no Mesozóico, há cerca de 250 milhões de anos.
O local onde foi descoberto este espécimen é particularmente rico em fósseis. Aqui já foram encontrados restos fossilizados de salamandras, sapos, lagartos, tartarugas, crocodilos e outros grandes dinossauros.
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Fonte: http://www.bbc.co.uk/
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