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21 outubro 2012

Workshop de Cartografia Geológica - 23, 24 e 25 de Novembro de 2012

O GEOCLUBE da Universidade de Évora está a organizar, em parceria com o NEGFCUL (Nucleo de Estudantes de Geologia da Faculdade de Ciências de Lisboa), um Workshop de Cartografia Geológica que se irá realizar no Convento das Maltezas nos dias 23, 24 e 25 de Novembro de 2012.


Esta actividade será realizada no pólo de Estremoz da Universidade de Évora e terá como coordenadores os Professores Rui Dias e Alexandre Ara, ambos do Departamento de Geologia da Universidade de Évora e investigadores do Centro de Geofísica de Évora, e Noel Moreira, investigador do mesmo centro.

Terá um preço de 25 EUROS (Workshop + Alojamento + Jantar) e os módulos a serem leccionados serão:
  • Modulo I: Cartografia de Orógenos, uma introdução... – Alexandre Araújo;
  • Modulo II: Do Mapa de geologia de Portugal à evolução Paleozoica da Iberia – Rui Dias;
  • Modulo III: Aplicação de SIG’S à Cartografia – Noel Moreira.
Mais informações em:


19 abril 2012

Minas Tour Ibérico 2012 - NGe FCT-UNL



O Núcleo de Geologia (FCT-UNL) apresenta o «Minas Tour Ibérico 2012», a realizar dias 4, 5 e 6 de Maio de 2012.

Esta saída marca uma nova etapa na história das actividades realizadas pelo NGe, inaugurando as suas deslocações «além-fronteiras».

A actividade pretende dar a conhecer a Faixa Piritosa Ibérica, uma das estruturas geológicas mais significativas da Península, através da visita a duas das principais explorações mineiras de sulfuretos polimetálicos. Será igualmente visitado o Parque Mineiro das Minas de Almáden e Arrayanes, uma das maiores explorações mundiais de mercúrio.

O plano da saída é o seguinte:
4 de MaioMina Neves-Corvo - Somincor (Baixo Alentejo);
5 de MaioMinas de Almáden e Arrayanes (Ciudad Real);
6 de MaioMina de Riotinto (Huelva, Andaluzia), São Domingos (a confirmar).

Mais informações na página oficial do facebook:

03 março 2012

Primeiro inventário geológico português indica 326 locais a preservar

   A primeira inventariação geológica completa do território português foi concluída recentemente sob coordenação do Departamento de Ciências da Terra da Universidade do Minho. Este projecto, de importância científica e estratégica fundamental, envolveu mais de 70 cientistas de universidades, associações e a Fundação para a Ciência e Tecnologia.

José Brilha, coordenador do projecto

   Segundo José Brilha, docente e coordenador do projecto, “já existia um levantamento feito ao nível da fauna e da flora, mas era fundamental classificar locais de valor abiótico [influências que os seres vivos recebem num ecossistema], com interesse científico, revelando a importância de ser gerido e preservado pelas autoridades nacionais que tratam da conservação da natureza”.

   A inventariação localizou 326 locais com interesse científico fundamental para o conhecimento geológico do país. O levantamento teve em conta, não só o valor científico dos locais, mas também a vulnerabilidade deste património. Alguns dos geo-sítios apresentam risco de destruição devido à ausência de políticas adequadas de gestão. A lista geral inclui, por exemplo, o granito de Lavadores (Gaia), o fojo das Pompas (Valongo), os blocos erráticos de Valdevez (Gerês), as minas da Borralha (Montalegre), os fósseis da Pereira do Valério (Arouca) e o inselberg de Monsanto (Idanha-a-Nova).

Inselberg de Monsanto (Idanha-a-Nova)

Fósseis da Pereira do Valério (Arouca) 

Minas da Borralha (Montalegre)
   José Brilha enfatiza que há locais que não devem ser destruídos, pois são importantes testemunhos científicos dos acontecimentos-chave que marcaram a história do planeta, nomeadamente do território português”. O estudo deverá agora conhecer uma fase de “validação junto do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, conseguindo que este organismo passe a gerir também este património natural”. A investigação vai dar origem a um livro que pretende dar a conhecer a riqueza geológica nacional.

   O projecto dá a Portugal os instrumentos necessários para implementar uma política de geoconservação, com base neste conjunto de locais que correspondem às ocorrências da geodiversidade com valor científico. Paralelamente, o objectivo dos investigadores é “cruzar informação com os colegas espanhóis, que realizaram em Espanha um estudo semelhante, para, em conjunto, definir um inventário à escala Ibérica”.


   Numa fase posterior o objectivo é articular a inventariação do sul da Europa, nomeadamente com a França e Itália, visando classificar geologicamente a Europa. “Em Portugal tínhamos um ligeiro atraso neste campo, pelo que agora estamos em condições de comparar o nosso património geológico com o dos outros países. Aliás, para a sua área geográfica, Portugal é dos países europeus com maior geodiversidade”, acrescenta José Brilha.

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Adaptado de:

01 março 2012

A importância da Geoconservação e do Património Geológico - Monumento Nacional das Portas de Ródão

Qual a importância da Geoconservação? E do Património Geológico?
Para perceber esta importância, visione o video presente no link abaixo com o excelente e esplêndido exemplo do Monumento Geológico Nacional das Portas de Ródão, na Vila Velha de Ródão, e explicação da sua história geológica.

Visionar video AQUI!


Fig. 1 - Portas de Ródão, Vila Velha de Ródão (Fonte: http://rodao.tripod.com/).

Fonte:

02 outubro 2011

Fóssil de cetáceo resgatado de emergência em Lisboa

Decorreu no passado mês de Junho uma Sondagem Paleontológica de Diagnóstico, com carácter de emergência, que visou a detecção e salvamento de restos osteológicos de uma baleia fóssil, no Miocénico de Lisboa. 

A descoberta de duas mandíbulas deste cetáceo fóssil ocorreu durante a abertura de valas no âmbito do Projecto "Linhas Eléctricas Enterradas, Lote 3-Troço Alto de S. João/Sacavém a 220kV," promovido pela REN, concretamente na Rua Cidade de Luanda (Concelho de Lisboa, Freguesia de Olivais). Dada a relevância do achado, o Laboratório de Paleontologia e Paleoecologia da ALT-SHN foi contactado, para que fosse executada uma Sondagem de Diagnóstico, de forma a avaliar o grau de preservação do exemplar, bem como proceder à remoção e registo dos elementos osteológicos presentes.

Os restos fósseis encontrados correspondem a dois sectores mandibulares de um mesmo indivíduo, não estando em ambas preservada a terminação posterior, que incluiria os processos coronóides e angulares. Parte da mandíbula foi fracturada durante o processo de abertura da vala no âmbito deste projecto, ainda que os maiores danos tenham sido causados pela vala para implantação de condutas de gás, já existente. O apreciável estado de conservação, bem com um posicionamento próximo da posição de vida (apenas com ligeiro deslocamento lateral das terminações anteriores bem como uma ligeira vergência para o lado direito) permitiu considerar a hipótese de encontrar mais restos desta baleia fóssil, nomeadamente cranianos. Restos posicionados posteriormente a estas mandíbulas (e.g. vértebras cervicais e dorsais), se preservados, terão provavelmente sido removidos e danificados durante a abertura da vala de colocação de gás. 

Procederam-se aos trabalhos de escavação e remoção das mandíbulas, e localização de possíveis novos restos, pesquisa que não obteve sucesso. Numa primeira análise, é possível concluir que se está na presença de uma baleia pertencente à subordem Mysticeti, sendo contudo difícil de determinar a sua família (famílias prováveis: Cetotheriidae, Balaenidae, Balaenopteridae).
Do ponto de vista estratigráfico, os sedimentos que continham estes restos osteológicos correspondem à transição entre o Miocénico médio a superior, mais precisamente aos Calcários de Marvila, com idades atribuídas ao Serrevaliano superior/Tortoniano Inferior (entre 13.65 e 11.60 Milhões de anos). A sua riqueza em cetáceos fósseis encontra-se já documentada pelos diversos restos fósseis, incluindo diversos crânios parcialmente completos, existentes no Museu Geológico do LNEG.




Texto adaptado de: ALT - SOCIEDADE DE HISTÓRIA NATURAL

15 setembro 2011

A Tartaruga mais antiga da Europa... em Torres Vedras

É a tartaruga de água doce mais antiga da Europa, com 145Ma... e é de Torres Vedras

Vivia numa zona de pântanos e linhas de água sinuosas. O seu fóssil pertence a um género e a uma espécie novos para a ciência. Não muito longe do local onde nadava, o Atlântico Norte começava a formar-se e a separar a Europa da América do Norte.

Estavam a escavar os ossos de um dinossauro num morro junto à foz do rio Alcabrichel, perto de Torres Vedras, quando um deles, Bruno Teodoso, literalmente tropeçou numa tartaruga jurássica. Escorregou e, ao roçar com um braço por cima dos sedimentos, destapou acidentalmente o fóssil de uma tartaruga com 145 milhões de anos.

A equipa de escavação percebeu logo que tinha em mãos uma tartaruga, recorda Bruno Camilo Silva, director do Laboratório de Paleontologia e Paleoecologia da ALT. "Mas estava muito danificada e não dava para perceber que tipo de tartaruga seria. Só quando se fez o trabalho de preparação em laboratório e a colagem dos fragmentos e se analisou a sistemática filogenética [a relação evolutiva com outras tartarugas] é que percebemos que estávamos perante um animal novo."

Além de ser a tartaruga de água doce mais antiga da Europa, do Jurássico Superior, pertence a um género e espécie novos para a ciência. Selenemys lusitanica é o nome científico que lhe deram.

"Em Portugal, Espanha, Alemanha, França e Inglaterra, já se tinham encontrado placas soltas desta tartaruga, mas ninguém sabia que tartaruga era. Sabia-se que eram de tartaruga, mas não de que tipo", refere Bruno Camilo Silva. "Como esta é a mais completa e articulada, deu para estudá-la e definir que todas as placas que se apanharam na Europa pertencem a um novo género e espécie."(…)

Uma descoberta deste calibre ajuda a completar o puzzle geográfico dos continentes, neste caso no Jurássico Superior. Há 145 milhões de anos, a Europa e a América do Norte começavam a afastar-se uma da outra e, entre as duas, ia nascendo o Atlântico Norte. Não era um oceano a perder de vista, como agora. Com o início da sua abertura, formava-se na faixa oeste da Península Ibérica, em águas pouco profundas, a Bacia Lusitânica. Era a maior das bacias portuguesas interiores de então, que se estendeu desde o Triásico (235 milhões de anos) até ao Cretácico Inferior (que terminou há 99 milhões de anos), estando o Jurássico entre aqueles dois períodos geológicos.

Os fósseis encontrados nos sedimentos da Bacia Lusitânica permitem conhecer os grupos de animais que povoaram a Europa no momento em que ocorria a sua separação da América do Norte.

"Temos grupos de répteis que parecem ser próprios da Península Ibérica, que é o caso desta tartaruga. Com o processo de abertura do Atlântico, podia haver uma ligação terrestre, mas as barreiras naturais impediam as formas mais pequenas de passar de um lado para o outro." Por isso, os fósseis de tartarugas dão pistas importantes para o estudo das descontinuidades geográficas. No caso da Selenemys lusitanica, ela pertence a um grupo de tartarugas que estava presente tanto na América do Norte como na Europa, um grupo que ainda hoje existe, chamado pleurosternídeo. Mas é mais aparentada com outras tartarugas europeias do que com formas da América do Norte suas contemporâneas. Esta evolução separada nos dois continentes, gerando espécies próprias em cada um, deveu-se provavelmente à capacidade de dispersão limitada das tartarugas. "Podemos concluir - remata Francisco Ortega - que existiam tartarugas deste grupo para as quais o Atlântico era uma barreira intransponível no final do Jurássico."


A Selenemys lusitanica era pequena, com cerca de 40 centímetros de comprimento. O local onde foi descoberta estava perto do mar da Bacia Lusitânica, mas, pelo tipo de sedimentos, sabemos que era ainda uma zona continental. Era um ambiente fluvial, com linhas de água sinuosas, em forma de meandros, e que seria muito propício à preservação e fossilização de restos de animais do Jurássico Superior.

23.02.2011 por Teresa Firmino, in Publico.pt


Adaptado de: Fórum Estudante

27 maio 2011

Geologia Estrutural na Costa Vicentina e SW Alentejano [PARTEI]

Antes de mais, os nossos mais sinceros agradecimentos ao Núcleo de Geologia da AEFCT/UNL, por tudo, e ao Professor José Carlos Kullberg, pela disponibilidade.

Nos passados dias 20-22 de Maio, o engeo.web teve o prazer de poder participar em mais uma saída de campo organizada pelo NGe. Três dias de geologia pura e dura, três dias à torreira do sol, três dias que passaram a correr e três dias que nunca seriam suficientes para desfrutar de tudo.

Apesar de tudo, e como muitos de vós não puderam estar presentes, trazemo-vos uma pequena amostra da maravilha que é a Costa SW Alentejana.

Praia de Almograve










Porto de Abrigo de Almograve 



Praia do Tonel



Cabo Sardão


18 fevereiro 2011

Las raíces de la Península Ibérica tienen 290 millones de años

La Península Ibérica ha sufrido muchos vaivenes a lo largo de su historia geológica. Un equipo de investigadores españoles acaba de revelar que hace entre 310 y 290 millones de años, hubo una serie de movimientos en las placas tectónicas que cambiaron el panorama del exterior y el interior del territorio.

En aquella era, el Carbonífero, la península ocupaba el centro de lo que era el gran continente de Pangea, el único que existía en el planeta. Los movimientos tectónicos destruyeron el manto litosférico, que está situado entre 30 y 150 kilómetros de profundidad, y propiciaron la formación de uno nuevo, que es el que hoy existe.



El trabajo, en el que los científicos han invertido más de dos años, confirma la tesis que mantenía uno de los investigadores, Gabriel Gutiérrez Alonso, de la Universidad de Salamanca, puesto que revela como se formó la cadena montañosa conocida como Arco Ibero-armoricano. También explica el origen de la gran cantidad de rocas volcánicas, de granitos y de mineralizaciones asociadas que son la base de la minería metálica del noroeste de la península Ibérica.

Para desarrollar esta investigación, los geólogos muestrearon rocas volcánicas que podían haber tenido su origen en ese manto antes y después de los 310 y 290 millones de años, y que afloran en algunos puntos de la geografía ibérica. "Sabemos que ese es el momento en el que sucedió el proceso de transformación, tanto en la superficie como en el interior terrestre", ha señalado Gutiérrez Alonso.
Los muestreos probaban que el manto anterior al actual se formó hace unos 1.000 millones de años, mientras que el que existe ahora es de hace unos 290 millones y reemplazó casi totalmente al anterior.

Según sus conclusiones, primero se fue doblando la capa superficial de la corteza (la litosfera), que cambió la forma de la cadena Arco ibero-armoricano: de alargada pasó a tener forma de herradura. Con estos movimientos, la litosfera se hizo más gruesa y, al pesar más, acabó rompiendo el manto que tenía debajo. Fue reemplazado por materiales del interior de la Tierra, que al enfriarse constituyeron la litosfera actual.

Durante los próximos dos años, este grupo de investigadores, del que forman parte científicos de la Universidad de Salamanca, la Universidad Complutense, la STFX de Canadá y la Bryn Mawr de Filadelfia, continuará probando este modelo con modelizaciones analógicas y estudios isotópicos.
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 Fonte: elmundo.es

25 janeiro 2011

O novo dinossauro de Torres Vedras (e outros dinossauros da Ibéria)

Uma primeira aproximação a um novo tipo de ornitópode Camptosaurídeo do Jurássico Superior, de Torres Vedras (Bacia Lusitaniana, Portugal), e as suas relações de parentesco com os membros desta linhagem da América do Norte foi apresentada durante a reunião científica – «70th Annual Meeting Society of Vertebrate Paleontology» – que decorreu na instalações da sociedade, em Pittsburgh (Pensilvânia, Estados Unidos). Os recentes dados serão publicados no blog da ALT-Sociedade de História Natural.



A atribuição contemplou o espécime da colecção de referência da ALT-Sociedade de História Natural (ALTSHN.0015) – Camptosaurus aphanoecets, recentemente descrita (Carpenter & Wilson, 2008) na Morrison Formation (EUA).

Uma vez mais, Portugal e a Península Ibérica (em particular com a presença do dinossauro saurópode espanhol Turiasaurus em Torres Vedras e Lourinhã) apresentam-se como um espectacular cenário biogeográfico, com faunas de dinossauros endémicas e partilhadas com a América do Norte.

A presença de formas estreitamente relacionadas com faunas sincrónicas no registo norte-americano, em simultâneo com formas endémicas e outras partilhadas pelo registo europeu, está ainda muito dependente da interpretação das relações de parentesco de muitos grupos representados.


Intercâmbio de dinossauros

Os terópodes Lourinhanosaurus e Aviatyrannis são, de momento, exclusivos da Península Ibérica e Ceratosaurus e Torvosaurus seriam formas partilhadas (pelo menos a nível genérico) com o registo sincrónico de América do Norte. A ocorrência de Allosaurus em Portugal é muito mais conclusiva. Surgindo em Pombal e em Torres Vedras (nas arribas da Praia de Cambelas), a descrição destes exemplares constitui a primeira referência robusta de um Allossaurídeo na Europa, do género fora da América do Norte e de uma espécie de dinossauro partilhada entre a Europa e os EUA.



Os restos de Allosaurus conhecem-se bem nas camadas sincrónicas da Formação Morrison, nos Estados Unidos, mas o achado dos exemplares portugueses sugere uma distribuição mais ampla da espécie ao largo da Laurasia. Esta presença de faunas partilhadas leva a supor a existência de uma ligação terrestre, pontualmente emersa ao largo do Atlântico Norte, e que permitiria o intercâmbio de dinossauros entre os dois continentes. A estas espécies, juntam-se ainda Stegosaurus armatus de Casal Novo (Batalha).

 Acima: representação interpretativa de Lourinhanosaurus
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13 dezembro 2010

Apoio ao estudo - Geologia de Portugal

Disponibilizamos uma sebenta que pretende servir como apoio no estudo da disciplina de Geologia de Portugal. Nunca é de mais lembrar que a presente sebenta constitui um mero apoio ao estudo e que não substitui de maneira nenhuma a frequência das aulas, quer teóricas, quer práticas, e a consulta da bibliografia indicada pelo professor.

A bibliografia indicada no interior também não dispensa consulta caso surjam dúvidas. Muitas das obras encontram-se disponíveis em formato digital nos repositórios das universidades portuguesas.

O presente trabalho deverá ser complementado pela constante consulta da Carta Geológica de Portugal (Nova carta Geológica de Portugal) e de uma Tabela Cronostratigráfica, sendo que a última está inserida na sebenta.

Pedimos desculpa por eventuais erros. Caso os detectem, podem sempre informar-nos. Estaremos sempre disponíveis para receber críticas, comentários ou sugestões (construtivas).

Pedimos ainda desculpa pelo facto de os capítulos referentes à Bacia Algarvia e ao Cenozóico estarem, literalmente, feitos «à pressa».

Com o vosso apoio e compressão, esperamos ter sido, mais uma vez, úteis.


Para ter acesso às sebentas ENGEOweb, bastará contactar-nos em: engeo.web@hotmail.com