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21 dezembro 2016

Grupo Turco ESAN investe no sector mineiro Alentejano

No final de Novembro, o grupo turco ESAN assinou dois contractos para a prospecção e pesquisa de zinco e cobre no sector mineiro do Alentejo, que implicam um investimento mínimo de 7,6 milhões de euros.


Os contratos assinados formalizam o consórcio criado em Abril, que inclui a uma participação de 15% da Empresa de Desenvolvimento Mineiro (EDM). Segundo Rui Rodrigues, presidente da EDM, “os dois contratos com o grupo turco ESAN são para a prospecção e pesquisa na área demarcada de Alcácer e São Pedro de Cabaças”. Nesta fase a entidade pública não terá de avançar com qualquer investimento, uma vez que o contrato formalizado já acautela os gastos iniciais.

25 janeiro 2014

Identificados novos locais no Alentejo e Algarve com cobre, chumbo, níquel e zinco

Novos locais com cobre, chumbo, níquel ou zinco foram descobertos a sul de Portugal, permitindo actualizar a Carta das Ocorrências Mineiras do Alentejo e Algarve e atrair novos investimentos, disse hoje fonte do Laboratório Nacional de Energia e Geologia.
 
(www.lneg.pt)

16 junho 2013

Aljustrel vai receber novo Centro de Estudos Geológicos

A construção do futuro Centro de Estudos Geológicos e Mineiros de Aljustrel (CEGMA) deverá arrancar ainda este ano, num investimento de pouco mais de 900 mil euros.

A empreitada é promovida pelo LNEG, com o apoio da Câmara de Aljustrel e da empresa Almina, e visa ser mais que um "arquivo inerte" de amostras e sondagens mineiras.



11 julho 2011

Canadá investe no ouro português

Empresa canadiana espera em Setembro licença para extracção experimental em Montemor-o-Novo


A empresa canadiana Colt Resources quer explorar ouro, de forma experimental, na zona alentejana de Escoural, no concelho de Montemor-o-Novo, e espera poder obter em Setembro a respectiva licença da Direcção-Geral de Energia e Geologia.


Aquelas mineralizações de ouro são «conhecidas há muito tempo» e foram alvo de prospecções feitas por várias empresas, ao longo dos anos, disse hoje à Agência Lusa João Carlos Sousa, da Colt Resources.


Segundo o responsável, a empresa canadiana pediu à Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) o «licenciamento experimental», por «cinco anos», das reservas na freguesia de Santiago do Escoural.

«A ideia é montar uma exploração experimental, em cerca de 10 quilómetros quadrados, para testar os parâmetros calculados anteriormente», aquando das prospecções de outras empresas, explicou. Uma das últimas empresas a efectuar prospecções de ouro na zona de Escoural foi a Iberian Resources, empresa de capitais australianos que, depois, fez um acordo de associação (uma joint-venture) com a Colt Resources.

«Queremos constatar se, de facto, é possível trabalhar este minério a um nível industrial e com viabilidade económica», sublinhou. Apesar de reconhecer «bastante potencial» à zona, João Carlos Sousa ressalvou que as mineralizações identificadas «não são muito grandes». «Temos que ver se as reservas calculadas estão certas ou se vão desenvolver-se da maneira estudada e qual a melhor geometria da escavação, do buraco que vai ser aberto (tipo pedreira)», disse. Isto porque, acrescentou, a rocha com teor de ouro «não é um bloco contínuo no solo, tem uma geometria variável», e o próprio metal «é um grão muito fino e está misturado com outros minerais». «São precisos processos complicados para o remover de forma a fazer um lingote e são também esses métodos que queremos testar», explicou.

Além deste projecto, a Colt Resources aguarda também o licenciamento da DGEG para efectuar uma prospecção regional nesta zona alentejana, numa área de mais de 770 quilómetros quadrados, para procurar outras mineralizações de ouro. 

Contactado pela Lusa, o presidente do município de Montemor-o-Novo, Carlos Pinto de Sá, garantiu que, se o projecto avançar, será «ouro sobre azul» para dinamizar o concelho, sobretudo numa altura de «grave crise». «Tem muito interesse», disse, frisando que, caso seja implementada a extracção industrial, os estudos, feitos na altura da Iberian Resources, apontavam para «a criação de 100 postos de trabalho e pelo menos 10 anos de laboração».

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 Adaptado de: Jornal de Notícias (2011/6/16) e Diário de Notícias (2011/6/16)