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05 maio 2015

Os Fósseis - Núcleo de Geologia

No âmbito do Clube Math (Departamento de Matemática FCT/UNL) e enquadrada nas comemorações do Dia do Geológo, o Núcleo de Geologia da AEFCT apresenta a actividade "Os Fósseis".

Breve descrição:
- "Sala prática" - Como se formam os fósseis? Que tipos de fósseis existem? Faz o teu próprio fóssil!
- "Sala museu" - exposição de alguns exemplares de fósseis da colecção do Departamento de Ciências da Terra da FCT/UNL e do Núcleo de Geologia com explicações didáticas sobre a história da vida e o tempo geológico; irá incluir uma mini-exposição de fósseis característicis da região de Almada.

Data e horário de funcionamento: 9 de Maio, 11.00h-18.00h.

Local: Ed. VII, FCT/UNL, Campus de Caparica.

Inscrição: actividade gratuita, dispensa inscrição.

Público-alvo: "Sala prática" ideal para os mais novos (5-15 anos); "Sala museu" para todos os interessados na história da Terra e da vida.

Promotores: Núcleo de Geologia da AEFCT, Lígia Castro e Rogério Rocha (Departamento de Ciências da Terra, FCT/UNL).

O Núcleo de geologia convida todos os interessados para que, no dia 9 de Maio, embarquem numa emocionante viagem ao passado cheia de conhecimento e diversão! Uma oportunidade a não perder!

Para mais informações: Núcleo de Geologia - Os Fósseis


27 novembro 2013

XXVII Feira Internacional de Minerais, Gemas e Fósseis de Lisboa

O Museu Nacional de História Natural e da Ciência irá realizar, mais uma vez, a Feira Internacional de Minerais, Gemas e Fósseis, nos dias 5 a 8 de Dezembro, em Lisboa, nas instalações do próprio museu, como é habitual. O tema que este ano a feira se debruçará, ser: "Minerais e Cristais: avanços recentes"


A Feira tem como objectivo abordar os aspectos essenciais dos minerais, ou não ocorressem estes quase invariavelmente como cristais, sendo que o estado cristalino é uma característica basilar dos minerais. Como habitualmente, paralelamente à Feira, terá lugar um programa complementar de actividades de divulgação cultural e científica destinadas a jovens e adultos, este ano sob o tema geral “Cristais”.

16 novembro 2013

XIX Feira Internacional de Minerais, Gemas e Fósseis de Coimbra

O Museu da Ciência da Universidade de Coimbra associa-se, uma vez mais, a esta iniciativa que se irá realizar do dia 29 de Novembro ao dia 1 de Dezembro, no Colégio de Jesus (Largo Marquês de Pombal, Coimbra).


Na XIX Feira Internacional de Minerais, Gemas e Fósseis de Coimbra estarão presentes expositores nacionais e estrangeiros que irão apresentar minerais de colecção, pedras preciosas, fósseis, material didáctico e objectos manufacturados de ourivesaria.

12 outubro 2013

Fóssil de peixe que viveu há 419 Ma ajuda a entender a origem da mandíbula


Foi descoberto por um grupo de especialistas internacionais em 2010, nas rochas sedimentares marinhas da Formação Kuanti, no Sul da China. Sendo a pesquisa elaborada por estes especialistas, divulgada na revista Nature.

Visão artística do peixe primitivo descoberto.
Foto: Brian Choo

Este peixe, que viveu nos mares há 419 milhões de anos, durante o período Silúrico e media cerca de 20cm de comprimento, pode ajudar os especialistas a esclarecer o aparecimento dos animais com mandíbulas  um processo essencial para que os vertebrados (incluindo o homem), desenvolvessem a capacidade de morder e mastigar alimentos. Até então, os especialistas tinham que conviver com uma grande lacuna, separando os animais com e sem mandíbula.

03 setembro 2013

Descoberto fóssil de escorpião com 350 milhões de anos

Um fóssil de um escorpião com 350M.a., o mais velho animal terrestre que viveu no super-continente Gondwana, foi descoberto na África do Sul, anunciou hoje a Universidade de Witswatersrand, em Joanesburgo.

Esta espécie de escorpião, baptizada de Gondwanascorpio emzantsiensis, foi descoberta na África do Sul e é a mais antiga forma de vida alguma vez encontrada em terra firme, no hemisfério sul. 
 



16 maio 2013

15º Aniversário da Sociedade de História Natural - Exposição: “Dinossauros que viveram na nossa terra”


No âmbito da celebração do seu 15º aniversário (1998-2013), a Sociedade de História Natural de Torres Vedras mostra pela primeira vez, numa cooperação com o Museu Municipal Leonel Trindade, os resultados da sua atividade científica através da exposição “Dinossauros que viveram na nossa terra”, exibindo ao público fósseis de dinossauros do Jurássico Superior, e o que se pode aprender com a geologia de Torres Vedras para reconstruir o habitat dos dinossauros que aqui viveram.

Esta viagem no tempo permitirá ao público ver restos de vários grupos de dinossauros, desde carnívoros como o Allosaurusde cambelas, mas também herbívoros como os estegossaurídeos, ornitópodes e os gigantes saurópodes.

Poderão também ser vistos outros grupos de fósseis do Jurássico Superior de Torres Vedras, como restos de peixes, crocodilos, corais e tartarugas, destacando-se destas últimas um exemplar de Selenemys lusitanica, o mais antigo representante do seu grupo conhecida na Europa e escavada na Praia de Santa Rita.

Visite a exposição e surpreenda-se!


Morada e contactos:
Museu Municipal Leonel Trindade,
Praça 25 de Abril, Convento de Nossa Senhora da Graça, Torres Vedras
Terça a Domingo: das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00
tlf.: 261 094 746
email:
www.cm-tvedras.pt

15 maio 2013

15º Aniversário da Sociedade de História Natural - Ciclo de Conferências sobre Paleontologia


No âmbito do 15º aniversário da Sociedade de História Natural de Torres Vedras, está a ser organizado um Ciclo de Conferências sobre Paleontologia para o público em geral, que irá decorrer até Dezembro de 2013.

A primeira conferências é já no dia 17 de Maio e conta com as seguintes palestras:

  • 21h00 - Francisco Ortega Coloma, Sociedade de História Natural (Torres Vedras, Portugal) e Grupo de Biologia Evolutiva da UNED (Madrid, Espanha) - "Los ultimos ecosistemas com dinosaurios de la Peninsula Iberica";
  • 22h00 - Adán Pérez-Garcia, Sociedade de História Natural (Torres Vedras, Portugal) e Universidad Complutense de Madrid (Espanha) - "Historia evolutiva de las tortugas mesozoicas portuguesas y relaciones en el contexto europeo".
(Conferência proferida em Espanhol)

Local: 

  • Sala Polivalente do Convento da Graça (Museu Municipal Leonel Trindade), Torres Vedras

A presença na conferência inclui entrada gratuita na exposição: “Dinossauros que viveram na nossa terra”.


Morada e contactos:
Museu Municipal Leonel Trindade,
Praça 25 de Abril, Convento de Nossa Senhora da Graça, Torres Vedras
Terça a Domingo: das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00
tlf.: 261 094 746
email:
museu@cm-tvedras.pt
educacao@alt-shn.org
www.alt-shn.org
www.cm-tvedras.pt

19 janeiro 2012

Fósseis recolhidos por Darwin redescobertos

   Um “tesouro” incalculável de fósseis antigos - incluindo alguns recolhidos pelo naturalista britânico Charles Darwin - foi redescoberto num velho armário do Reino Unido. 

   John Ludden, director-executivo da British Geological Survey referiu à BBC que esta é uma descoberta “extraordinária”, “Isto faz-nos pensar o que é que poderá mais estar escondido nas nossas colecções”
Foto: British Geological Survey
   Os fósseis, cuja importância passou despercebida durante 165 anos, foram encontrados por acaso nos cofres do quartel-general da British Geological Survey, perto de Keyworth (Reino Unido). A descoberta foi feita pelo paleontólogo Howard Falcon-Lang, que nem queria acreditar no que os seus olhos viam, quando levantou uma lâmina de vidro com uma amostra à contraluz e leu o nome que figurava na etiqueta: “C. Darwin Esq.”.

   “Demorou um bocado até me convencer que aquela era a assinatura de Darwin na lâmina”, disse o paleontólogo, acrescentando que rapidamente se percebeu também que aquele era um “importante e esquecido” espécime. Dentro de um armário estavam centenas de amostras fossilizadas de plantas”, acrescentou Howard Falcon-Lang, que trabalha para o departamento de Ciências da Terra no instituto Royal Holloway da Universidade de Londres.


   Veio a confirmar-se posteriormente que muitas das amostras redescobertas por Falcon-Lang foram recolhidas por Darwin durante a sua famosa expedição a bordo do HMS Beagle, em 1834. Esta foi a viagem na qual o naturalista britânico começou a desenvolver a sua teoria da evolução das espécies. 


   Muitas das amostras recolhidas na viagem foram despachadas para Inglaterra e era Joseph Hooker, um botânico e amigo de Darwin, que estava responsável por receber e catalogar as amostras enviadas, durante um breve período em que trabalhou para a British Geological Survey, em 1846. Mas os fósseis entretanto “perderam-se” porque Hooker saiu em expedição para os Himalaias antes de poder concluir o trabalho. Depois disso a exposição foi sendo mudada de sítio e acabou por ser esquecida.


   “Reencontrar um tesouro de espécies recolhidas por Darwin da viagem do Beagle é simplesmente extraordinário. Há muitos fósseis muito importantes que nem sequer sabíamos que existiam”, disse ainda Falcon-Lang, acrescentando que uma das mais bizarras amostras agora redescobertas é a de um fungo de 400 milhões de anos que pode atingir o tamanho de uma árvore.

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Adaptado de:

24 novembro 2011

Qual o fóssil mais antigo encontrado?

  Sue é o Tyrannosaurus rex mais completo encontrado até hoje. Com cerca de 67 milhões de anos de idade, Sue é considerada uma “criança” comparada com fósseis como os estromatólitos que, com cerca de 3,45 bilhões de anos, são 50 vezes mais velhos.

Estromatólitos.
   J. William Schopf, o primeiro paleobiólogo a descobrir estes fósseis (em 1993 na Austrália Ocidental), coloca as coisas de uma perspectiva clara no seu livro "Cradle of Life: The Discoveries of Earth's Earliest Fossils.":

Se a história da Terra fosse comprimida num dia de 24 horas, os humanos teriam chegado no último minuto do dia. Em comparação, os estromatólitos já estariam por ali à mais de 18 horas.”

   Os estromatólitos nunca fizeram parte de um organismo vivo, desenvolveram-se a partir de um “molde” composto por finas camadas de sedimento e carbonato de cálcio acumulado em redor de complexas colónias de cianobactérias (algas azuis) e de outros organismos unicelulares, preservando a sua forma. O seu processo de formação é muito lento, chegando a durar milhares de anos. Felizmente, ainda existem estromatólitos pertencentes a cada período geológico, em que ao se dissecar e explorar cuidadosamente estas estruturas, permite que os cientistas tenham acesso a algumas das únicas pistas sobre como eram as primeiras vidas na Terra.

Cianobactérias.
   A Terra era totalmente inabitável depois de se ter formado, e só depois da superfície terrestre ter arrefecido e solidificado em placas continentais é que apareceram os primeiros microorganismos. Entre os mais significantes estavam as cianobactérias, que prosperaram em bacias rasas de água salgada onde, apesar de estarem protegidas dos raios solares intensos, ainda permaneciam perto da superfície devido a dependerem do sol para a fotossíntese. Com o passar do tempo, formou-se uma incrível variedade de estromatólitos em redor dessas colónias de cianobactérias e outras formas de vida primárias. A espantosa complexidade destas estruturas é a melhor prova de que elas eram cheias de vida, caso contrário não se teriam formado.

  A descoberta dos estromatólitos foi de extrema importância, por inúmeras razões. Quando Darwin propôs a teoria da evolução pela primeira vez, ele reconheceu que as lacunas nos registos fósseis representariam uma ameaça à sua afirmação de que toda a vida se teria originado do mesmo e distante ancestral. Alguns chegaram a pensar que as provas para essa “falha” entre a vida como a conhecemos e as primeiras formas de vida nunca seriam descobertas, possivelmente por terem sido destruídas durante as Eras de violentos terremotos e erosões, mas a descoberta de Schopf alterou as coisas.

  Os biólogos finalmente tiveram acesso a provas conclusivas sobre quando e quais foram os primeiros tipos de vida que habitaram a Terra, existindo hoje uma ideia melhor concebida de como a vida evoluiu. A atmosfera terrestre durante o período Arqueano, quando as cianobactérias e outras formas de vida primárias apareceram, era composta de metano, amónia e gases que seriam tóxicos para a maioria das formas de vida que conhecemos hoje. Actualmente, os cientistas acreditam que organismos como cianobactérias foram responsáveis por produzir oxigénio através da respiração anaeróbica.

  Apesar de estromatólitos ainda continuarem a se formar em alguns lugares, como o Parque Nacional Yellowstone (EUA) e a região das Bahamas, já não são tão facilmente encontrados. Se não pudermos proteger estas formações incríveis, pode ser que se venha a perder para sempre um dos guardiões mais precisos e diligentes dos registos do nosso planeta.


Videos relacionados:




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Adaptado de:
http://ciencia.hsw.uol.com.br/fossil-mais-antigo-encontrado.htm porJonathan Atteberry (traduzido por HowStuffWorks Brasil), consultado a 06.01.2011;

19 novembro 2011

Cemitério de baleias com mais de 7 milhões de anos



Uma equipa de paleontólogos descobriu, no Chile, um cemitério de baleias com mais de sete milhões de anos composto por cerca de 80 fósseis. O achado foi feito no deserto de Atacama, perto da cidade de Caldera, a aproximadamente 869 km de Santiago, capital chilena.

De acordo com os especialistas, a maioria dos esqueletos estava preservada integralmente em rochas sedimentares e entre os fósseis estavam três que aparentavam constituir uma família com pai, mãe e bebé.

Estas baleias são antepassados das actuais e fazem parte dos Períodos Plioceno e Mioceno, da Era Cenozoica. Sol Squire, um dos paleontólogos envolvidos, disse à Sky News que "a descoberta tem grande importância a nível global. Nunca houve outra semelhante em termos de tamanho ou diversidade" na América do Sul.

Desde Maio que a equipa tem vindo a retirar, muito cuidadosamente, os fósseis das rochas onde estes se encontravam, mas só agora a descoberta foi partilhada com o mundo. Durante as investigações, os palentólogos acharam também partes de esqueletos de tubarões, golfinhos e focas.

O governo chileno planeia agora construir um museu para futuramente hospedar esta coleção.

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Fonte/Source:
Boas Notícias - http://www.boasnoticias.pt/noticias_Encontrados-fósseis-de-baleias-com-milhões-de-anos_8830.html

14 fevereiro 2011

Fóssil ajuda a perceber como as cobras deixaram de ter patas!



O fóssil de uma cobra que viveu há 95 milhões de anos ajudou uma equipa de investigadores a compreender melhor como é que estes animais perderam as patas e a traçar a sua origem, segundo um estudo publicado hoje na revista “Journal of Vertebrate Paleontology”.
penas são conhecidos três espécimes de cobras fossilizadas com ossos de patas bem preservados. A Eupodophis descouensi, a cobra estudada por esta equipa de investigadores – liderada por Alexandra Houssaye, do Museu de História Natural de Paris –, foi encontrada há dez anos no Líbano.

Com um comprimento total de 50 centímetros, o fóssil revela uma pequena pata traseira com cerca de dois centímetros, junto à pélvis do animal. Apesar de o fóssil mostrar apenas uma pata à superfície, uma segunda pata está escondida na rocha, conforme o revelou um exame feito com recurso a uma nova tecnologia de radiação electromagnética.

“Este fóssil é crucial para compreender a evolução das cobras, dado que representa um estádio evolutivo intermédio, quando as cobras antigas ainda não tinham perdido totalmente as patas que herdaram de lagartos antigos”, explicam os autores do estudo, em comunicado.

Graças à nova tecnologia, que permitiu imagens de grande detalhe da pata escondida na rocha, os cientistas acreditam que a espécie perdeu as patas porque estas cresceram mais lentamente ou durante um período de tempo mais curto. “A revelação de uma estrutura interna dos membros da Eupodophis permite-nos investigar o processo da regressão dos membros na evolução das cobras”, explicou Alexandra Houssaye.

Além disso, os investigadores – entre os quais cientistas da European Synchrotron Radiation Facility (ESRF), em Grenoble, França, e do Karlsruhe Institute of Technology, na Alemanha - esperam contribuir para lançar luz sobre um debate relativo à origem das cobras: será que evoluíram a partir de um lagarto terrestre ou de um que viveu nos oceanos. Este estudo – que mostrou a estrutura interna dos ossos da pata da cobra - aponta para a primeira hipótese, dada a semelhança com lagartos terrestres.
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Fonte: publico.pt

10 outubro 2010

As Trilobites em Portugal

As trilobites, são parentes afastadas dos crústaceos actuais, foram as principais representantes dos artrópodes (grupo a que pertencem por exemplos os caranguejos e os insectos) nos mares do Paleozóico (há 540 a 250 milhões de anos). Dominaram todos os ambientes marinhos e eram de tal modo abundantes que esse período de tempo geológico também é denominado como " Era das Trilobites".



Esses organismos surgiram do Big Bang biológico que ficou conhecido por " Explosão Câmbrica" e que correspondeu a uma enorme diversificação evolutiva dos animais, em que a maioria dos filos actuais e outros extintos surgiram. São consideradas bons fósseis de idade, por terem ampla distribuição geográfica e tempo de vida relativamente curto, permitindo assim datar as rochas onde se encontram.

05 outubro 2010

Novo fóssil ibérico - o Caçador Corcunda

Foi descoberto na Península Ibérica um fóssil de dinossauro com características únicas nunca antes encontradas.


As novas descobertas de grandes dinossauros carnívoros na Europa, são raras, e ainda o são mais na Península Ibérica. No entanto, em certas ocasiões a sorte ou a perseverança dos investigadores dá lugar a alegrias inesperadas. Foram encontrados restos fósseis de um dinossauro carnívoro (terópodes) com 125 milhões de anos, com 6 metros de comprimento e uma corcunda proeminente.