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03 maio 2015

Metálicos (Núcleo de Geologia)

O Núcleo de Geologia da AEFCT apresenta um novo ciclo de palestras, pretendendo trazer a todos os seus associados e interessados uma série de temáticas exclusivamente relacionadas com os recursos minerais metálicos, com especial ênfase em casos de estudo e perspectivas nacionais.
 

 Este, que é o quarto ciclo de palestras do NGe, irá decorrer nos dias 7 e 20 de Maio, entre as 14.30h - 17.00h, na sala 1.5 do Ed. I (Auditório Manuel Laranjeira) campus de Caparica. É necessária inscrição e a entrada é paga.


Para mais informações: Núcleo de Geologia - Metálicos




27 novembro 2013

XXVII Feira Internacional de Minerais, Gemas e Fósseis de Lisboa

O Museu Nacional de História Natural e da Ciência irá realizar, mais uma vez, a Feira Internacional de Minerais, Gemas e Fósseis, nos dias 5 a 8 de Dezembro, em Lisboa, nas instalações do próprio museu, como é habitual. O tema que este ano a feira se debruçará, ser: "Minerais e Cristais: avanços recentes". 


A Feira tem como objectivo abordar os aspectos essenciais dos minerais, ou não ocorressem estes quase invariavelmente como cristais, sendo que o estado cristalino é uma característica basilar dos minerais. Como habitualmente, paralelamente à Feira, terá lugar um programa complementar de actividades de divulgação cultural e científica destinadas a jovens e adultos, este ano sob o tema geral “Cristais”.

16 novembro 2013

XIX Feira Internacional de Minerais, Gemas e Fósseis de Coimbra

O Museu da Ciência da Universidade de Coimbra associa-se, uma vez mais, a esta iniciativa que se irá realizar do dia 29 de Novembro ao dia 1 de Dezembro, no Colégio de Jesus (Largo Marquês de Pombal, Coimbra).


Na XIX Feira Internacional de Minerais, Gemas e Fósseis de Coimbra estarão presentes expositores nacionais e estrangeiros que irão apresentar minerais de colecção, pedras preciosas, fósseis, material didáctico e objectos manufacturados de ourivesaria.

21 outubro 2013

Zeólito da Etiópia elimina o flúor da água

O Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) de Espanha, em colaboração com a Universidade de Addis Abeba (Etiópia), patenteou um material para a purificação da água, o processo consiste na eliminação do flúor da água, através de um tipo de zeólito muito abundante na Etiópia, a estilbite, mineral da classe dos silicatos, composto por alumínio, cálcio e sódio, que apresenta uma cor branca quando puro.

Mineral de estilbite

A ingestão excessiva de flúor pode provocar anomalias como a fluorose dentária e esquelética. Em doses baixas este elemento pode até reforçar ambas as estruturas, mas em grandes doses tem o efeito contrário tornando-as mais débeis e quebradiças.

07 outubro 2013

Peças de obsidiana utilizadas no Neolítico viajaram 1200km há 6000 anos

Seis pedaços de obsidiana (vidro vulcânico), usados como ferramentas durante o Neolítico, "viajaram" 1200 quilómetros da ilha da Sardenha até Barcelona há 6000 anos, segundo uma equipa do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) espanhol.

"Trata-se da máxima distância documentada até à data no transporte desta matéria-prima, uma rocha usada para elaborar ferramentas no Mediterrâneo Ocidental, durante o Neolítico", refere o CSIC, em documentos enviados à Lusa.

Fragmentos de obsidiana analisados.

As seis peças analisadas (cinco folhas e uma matriz, a massa de matéria da que se extraíram as folhas), encontradas de cinco antigos túmulos localizados na província de Barcelona provém, concretamente, do maciço vulcânico de Monte Arci, na ilha de Sardenha.

11 janeiro 2013

1º Workshop da Parceria Portuguesa para os Recursos Minerais

A Associação Portuguesa de Geólogos (APG) conjuntamente com a Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG) e com o Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), com o apoio da Associação Nacional da Indústria Extractiva e Transformadora (ANIET) e da Associação Portuguesa dos Industriais de Mármores, Granitos e Ramos Afins (Assimagra, Recursos Minerais) encontram-se a promover a criação da Parceria Portuguesa para os Recursos Minerais (PPRM).

A PPRM pretende congregar toda a comunidade nacional relacionada com os recursos minerais: empresas mineiras, empresas de serviços e instituições de investigação.

O primeiro workshop desta parceria, que pretende lançar a discussão em torno da missão, objectivos, governação e contribuições do sector, irá realizar-se no auditório Carlos Ribeiro do LNEG, em Alfragide, no dia 29 de janeiro.

Fig. 1 - Cartaz do 1º Workshop da PPRM.

As entidades promotoras desta iniciativa convidam todos os interessados a participar neste workshop e a integrar esta Parceria.

Informações em:
Inscrições com entrada livre mas sujeita a uma pré-inscrição obrigatória até 24 de Janeiro para:


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Fonte/Source:

06 janeiro 2013

A mina do volfrâmio mais puro do mundo - JN

Reportagens feita pelo Jornal de Notícias, onde se podem observar algumas galerias da mina da Panasqueira, os veios de quartzo de onde é extraído o Volfrâmio, algumas das máquinas utilizadas na exploração e a forma como é explorada de forma simplificada.

Como é dito no vídeo é de onde se extrai o Volfrâmio mais puro do mundo e uma das minas que mais raramente abre as suas galerias ao publico. É uma oportunidade excelente de contactar com um ambiente fantástico para os entusiastas, no conforto do exterior.

Apreciem a Reportagem e o exemplar magnífico que se encontra na mão de um dos elementos do vídeo.




25 novembro 2012

XXVI Feira Internacional de Minerais, Gemas e Fósseis

   O Museu Nacional de História Natural irá realizar a XXVI Feira Internacional de Minerais, Gemas e Fósseis, um  evento, que constitui desde 1988, uma grande festa do Museu e uma marca na vida cultural da cidade. Reúne coleccionadores e comerciantes de minerais, gemas e fósseis, oriundos de vários países da Europa, bem como um vasto público, representado por milhares de visitantes, que tem aqui uma oportunidade ímpar de adquirir ou simplesmente deleitar-se com a observação de exemplares únicos. 
Horário:
  • 6 Dezembro - das 15.00 às 20.00 horas
  • 7, 8 Dezembro - 10.00 às 20.00 horas
  • 9 Dezembro - das 10.00 às 18.00 horas
Local: 
MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL E DA CIÊNCIA
Rua da Escola Politécnica, 60. 1250-102 Lisboa


   Paralelamente à feira, terá lugar um programa complementar de actividades de divulgação cultural e científica destinadas a jovens e adultos, este ano sobre o tema:

 “Minerais dos Fundos Marinhos”

   Os minerais dos fundos marinhos são uma das grandes sensações da ciência na actualidade. A Humanidade vira-se para os fundos marinhos, na esperança de que estes contribuam para eliminar, ou minorar, as situações de escassez de fornecimento que se verificam para muitos recursos naturais. Países como o nosso, a braços com uma grave crise, mas detentores de vastas áreas de Zona Económica Exclusiva (ZEE) e de Extensão da Plataforma Continental (ZEPC), estão na linha da frente dos interessados.
   Alguns recursos são conhecidos há muito tempo (nódulos e crostas manganesíferas) e atapetam vastas áreas dos fundos marinhos. Recentemente, estão a ser descobertas crostas deste tipo em áreas sob jurisdição portuguesa. São compostos por minerais que incluem vernadite, todorokite, asbolane, feroxyhyte, carbonato-fluorapatite, e muitos outros. Raros em terra, daqui a poucos anos serão tão comuns como a pirite ou a calcopirite.
   Outros recursos, como os sulfuretos maciços, formam-se nos fundos marinhos, mas podem conservar-se e posteriormente aparecerem expostos em terra, incluídos em formações geológicas que já foram, há muitos milhões de anos, fundo de mares entretanto desaparecidos, como acontece no Sul de Portugal, onde encontramos as minas de S. Domingos, Lousal, Aljustrel e Neves-Corvo, com cerca de 350 milhões de anos de idade, das mais importantes do grupo a que pertencem. São jazigos de classe mundial.
   A última grande descoberta nos fundos marinhos foi no Pacífico, há cerca de um ano. Uma equipa de investigadores japoneses demonstrou a existência de vastíssimas áreas em que os sedimentos marinhos, de aspecto trivial, contêm quantidades exploráveis de terras raras e ítrio, elementos de alta tecnologia, relativamente escassos em terra, que muita tinta têm feito correr. Esta descoberta poderá revolucionar a extracção e até as aplicações das terras raras.

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Adaptado de:
http://www.mnhnc.ul.pt/portal/page?_pageid=418,1656337&_dad=portal&_schema=PORTAL

18 abril 2012

Novo mineral descoberto em gruta da Cantábria

   Uma equipa de investigadores do Instituto Geológico e Mineiro de Espanha e da Universidade Complutense de Madrid descobriu um novo tipo de mineral na gruta El Soplao (Cantábria, Espanha) - 
zaccagnaita-3R. 
 O material é descrito como um novo mineral espeleotémico, ou seja, que ocorre dentro de grutas. A El Soplao é, que se saiba, a única onde este ocorreu. A descoberta está publicada na edição de Abril da revista «American Mineralogist», editada pela Sociedade Americana de Mineralogia.

zaccagnaita-3R ao microscópio


   O zaccagnaita-3R distingue-se por ter sido encontrado numa gruta, pela sua morfologia octaédrica e por ter uma zona de fluorescência, características desconhecidas em hidrotalcitas naturais (grupo ao qual pertence a zaccagnaita). Do ponto de vista químico, é mais rico em alumínio.
   A outra "versão" do mineral foi descoberta em 2001. Os investigadores que a descreveram só conseguiram encontrar alguns cristais de tamanho microscópico, já que o mineral é extremamente escasso. Aquele é diferente do agora descrito e só se encontra em Carrara e, possivelmente, em São Constantino (Grécia).
   A zaccagnaita-3R é, até agora, um exclusivo da gruta espanhola. Pertence ao grupo das hidrotalcitas, minerais relativamente raros que têm um grande interesse pelas suas possíveis aplicações práticas, especialmente como catalisadores em processos industriais, em tratamento de águas e em saúde. São utilizados como fármacos antiácido e antiséptico (utilizam-se no tratamento de úlceras gástricas pelo seu efeito neutralizante), excipiente anti-inflamatório, assim como para o tratamento de enfermidades cardíacas. 

Adaptado de:

21 março 2012

New Theory about Formation of the Oldest Continents


The Earth's structure can be compared to an orange, that is, its crust is the peel supported by the earth's heavy mantle. That peel is made up of a continental crust with 30 to 40 kilometers thick, it is much lighter than the thinner oceanic crust and protrudes from the Earth's mantle because of its lower density, like an iceberg in the sea.

Fig. 1 - Scheme of the Earth's chemical and physical composition/structure (from right to left) (Portal São Francisco - http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/placas-tectonicas/litosfera.php).

"According to the current theory, the first continental crusts were formed when tectonic plates would collide, submerging oceanic crusts into the Earth's mantle, where they would partially melt at a depth of approximately 100 kilometers. That molten rock then ascended to the Earth's surface and formed the first continents," says adjunct professor Dr. Thorsten Nagel of the Steinmann Institute of Geosciences at the University of Bonn, lead author of the study. The theory has been supported by the oldest known continental rocks, approximately 3.8 billion years old, found in western Greenland.

Fig. 2 - Earth's surface with the oldest continents (Terra Daily, News About Planet Earth - http://www.terradaily.com/reports/A_new_theory_on_the_formation_of_the_oldest_continents_999.html).


Following trace elements

The composition of the continental crust corresponds to a semiliquid version of the oceanic
crust melted by 10 to 30 percent of its original state. Unfortunately, the concentrations of the main chemical components in the re-solidified rock do not provide much information about what depth the fusion occurred at.

Prof. Dr. Carsten Munker of the Institute of Geology and Mineralogy at the University of Cologne explains, "In order to find that out, you have to know what minerals the remaining 70 to 90 percent of the oceanic crust consisted of". Researchers from Bonn and Cologne have now analyzed the Greenlandic rocks for different elements occurring at various high concentrations, also know as trace elements.

"Trace elements provide geologists with a window to the origin of continental crust," says Prof. Munker. "With their help, we can identify minerals in the residual rock that were deposited in the depths by the molten rock." Before the magma separated from the bedrock, the semifluid rock and the leftover solid minerals actively exchanged trace elements.

Dr. Elis Hoffmann from Bonn, coauthor of the study, explains, "Different minerals have characteristic ways of separating when trace elements are smelted. In other words, the concentration of trace elements in the molten rock provide a fingerprint of the residual bedrock". The concentration of trace elements in the oldest continental rock allows geoscientists to reconstruct possible bedrock based on their minerals and thus determine at what depth the continental crust originated.


The oceanic crust did not have to descend

Using computers, the scientists simulated the composition of bedrock and molten rock that would emerge from partially melting the oceanic crust at various depths and temperatures. 
They then compared the data calculated for the molten rock with the actual concentration of trace elements in the oldest continental rocks. "Our results paint a surprising picture," Dr. Nagel reports. "The oceanic crust did not have to descend to a depth of 100 kilometers to create the molten rock that makes up the rocks of the first continents." According to the calculations, a depth of 30 to 40 kilometers is much more probable.

The primeval oceanic crust could have "oozed" continents

...it could definitely have had the power to do so in the Archean Eon. Four billion years ago, the gradually cooling earth was still significantly warmer than it is today. The oceanic crust could have simply "oozed" continents at the same time that other geological processes were occurring, like volcanism, orogeny, and the influx of water.

The geologist from Bonn says, "We think it is unlikely that the contents were formed into subduction zones. Whether or not tectonic plates of the primordial earth had such zones of subsidence is still a matter of debate".

Adapted:

06 fevereiro 2012

MinDat

És Coleccionador de Minerais?






Preferes ser tu a colher os teus exemplares?






Entra em MinDat


Neste site encontras exemplares recolhidos por outros coleccionadores de todo o mundo, a descrição mineralógica de determinadas zonas, e por vezes até as coordenadas precisas do local.

Se estás no inicio, tens pouca experiência este é o melhor suporte/guia para a tua colecção.

Podes ainda trocar experiências com outros interessados e colocar as tuas dúvidas.


Referências: http://www.mindat.org/

09 novembro 2011

Melhores zeólitos encontrados em Portugal

Lomba dos Pianos, Magoito, Sintra, Distrito de Lisboa, Portugal.


Os melhores exemplares de Zeólitos reconhecidos em Portugal Continental, encontram-se num afloramento que se insere no Complexo Vulcânico de Lisboa, situado entre as praias da Samarra e Magoito, atinge uma espessura de 20 metros, e abrange uma área com cerca de 3 quilómetros.

Minerais observados:
Estruturas globulares de Natrolite:
Thomsonite:Estilbite

Analcima

Heulandite

Alguns exemplares de Calcite

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Fontes: Fotografias de Rui Nunes, Pesquisa em Mindat.org