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15 outubro 2013

Lua é 100 milhões de anos mais nova do que se pensava

    A Lua tem 100 milhões de anos a menos que se pensava, aponta um estudo do Instituto de Ciência Carnegie, nos Estados Unidos. A descoberta pode, segundo os cientistas, mudar a forma como se entende os primeiros anos de existência da Terra e do seu satélite natural.

17 maio 2012

02 março 2011

Componente de meteoritos importante para o aparecimento da vida na Terra

A análise de um meteorito mostrou que estas rochas vindas do espaço forneceram quantidades apreciáveis de amónia à Terra, uma molécula fundamental para a formação das moléculas da vida como os aminoácidos ou o ADN. A descoberta foi publicada ontem na revista Proceedings of The National Academy of Science.

O meteorito chamado Grave Nunataks 95229 foi encontrado em 1995 na Antárctica e pesa 128,9 gramas. Os cientistas da Universidade Estatal do Arizona submeteram quatro gramas da rocha a uma temperatura de 300ºC e altas pressões, uma estimativa das condições hidrotermais que existiam no início da história da Terra. Este tratamento fez com que a rocha libertasse enormes quantidades de amónia.

“Isto mostra que existem asteróides no espaço que quando são fragmentados e transformam-se em meteoritos podem ter banhado a Terra com uma mistura atractiva de componentes incluindo grandes quantidades de amónia”, disse Sandra Pizzarello, líder da equipa e a primeira autora do artigo.

A amónia foi muito importante para o caldo que permitiu o aparecimento da vida. A molécula, que tem três átomos de hidrogénio ligados a um átomo de azoto, é uma fonte importante de azoto para os aminoácidos ou o ADN - moléculas da vida que integram as células dos seres-vivos.

Mas uma das dúvidas sobre o aparecimento da vida é o fornecimento desta amónia. A informação que se conhece é que na Terra primitiva esta molécula existente seria degradada facilmente pela luz do Sol. “Este material extraterrestre tem o que é necessário”, disse a cientista citada pela BBC News.
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Fonte: publico.pt

05 fevereiro 2011

Astrónomos descobrem restos da primeira geração de estrelas que iluminou o Universo

Um grupo de astrónomos descobriu gases reminiscentes das primeiras estrelas que iluminaram o Universo e que morreram há mais de 13 mil milhões de anos. Os resultados foram publicados em Dezembro na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

Os gases foram descobertos com a ajuda de dois observatórios, o VLT (Very Large Telescope), que fica no Chile e o telescópio Keck, do Havai. Os astrónomos só conseguiram identificar estas moléculas devido ao reflexo da luz vinda de um Quasar distante – uma galáxia cujo centro é um buraco negro massivo que emite uma luz intensa.


“Isto foi apenas o primeiro passo, é como encontrar um fóssil”, disse à BBC News o astrónomo Max Pettini do Instituto de Astronomia de Cambridge, no Reino Unido.

As primeiras estrelas que existiram eram feitas de hidrogénio e hélio, deram luz ao Universo. Quando morreram, despejaram material que continha elementos mais complexos como oxigénio e ferro, que foi aproveitado nos sóis que as substituíram.


A descoberta fornece informação para uma das primeiras etapas do Universo, quando este começou a formar as primeiras estrelas, cerca de 200 milhões de anos depois doo Big Bang – que aconteceu há 13,7 mil milhões de anos.

Antes, o Universo era menos variado. “É um período muito pouco conhecido, mas o Universo nessa altura era um lugar bastante chato, só recheado com hidrogénio e hélio”, explicou Pettini. Não havia luz, por isso essa época é chamada de Idade das Trevas.

“E de alguma forma, a partir desse estado inicial, o Universo mudou para uma bela mistura de estrelas, planetas e galáxias que podemos ver hoje”, sintetizou o cientista. Estes primeiros elementos juntaram-se e formaram as primeiras estrelas. Até agora não se conhecia nenhuma observação que comprovasse a existência desta primeira geração de astros.

Mas a nuvem de átomos que a equipa do Reino Unido e dos Estados Unidos encontrou, é mais parecida com os gases que se pensa que estas estrelas produziriam do que com os sóis de hoje. A assinatura da nuvem tem um rácio de átomos de carbono para os átomos de ferro que é 35 vezes maior do que o do nosso Sol. Esta disparidade só poderia ser criada por uma estrela massiva, feita de hidrogénio e hélio.

“As primeiras estrelas têm sido um pouco o Graal Sagrado para os astrónomos”, disse Pettini. “Pensamos que elas tenham tido vidas furiosas e curtas. Estão todas mortas hoje, e não há forma de serem observadas directamente, nem com os telescópios mais poderosos. Por isso, o que encontrámos é o remanescente de uma dessas primeiras estrelas que se formaram no Universo. O carbono, oxigénio, ferro e gás prístino estão numa mistura que nunca foi vista antes.”

Agora que estas nuvens foram identificadas, vai ser mais fácil encontrar outros gases semelhantes. A reunião desta informação vai dar aos astrónomos uma fotografia mais correcta desta fase do Universo.
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05.01.2011 - 22:20 Por PÚBLICO.PT

11 janeiro 2011

NASA'S Kepler Mission Discovers Its First Rocky Planet



NASA's Kepler mission confirmed the discovery of its first rocky planet, named Kepler-10b.
Measuring 1.4 times the size of Earth, it is the smallest planet ever discovered outside our solar system. The discovery of this so-called exoplanet is based on more than eight months of data collected by the spacecraft from May 2009 to early January 2010. This video is narrated by Kepler Deputy Science Team Lead Natalie Batalha.



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10 janeiro 2011

Internal Structure of the Moon

The moon has an internal structure similar to Earth's with crust, mantle and core.

Apollo Data Revealed Moon's Internal Structure
NASA deployed the frist seismographs on the moon as part of the Apollo Mission in 1969. These seismographs collected data and enabled researchers to determine that the moon's structure consisted of a thin crust of about 65 kilometers, a mantle about 100 kilometers thick and a core with a radius of about 500 kilometers. At that time seismic data processing was not advanced enough to determine the characteristics of the core.

NASA researchers have recently applied state-of-the-art seismological techniques applied to the Apollo-era data and discovered that the moon probably has a core that is very similar to Earth's.


Moon's Formation and Magnetic Field
Uncovering details about the lunar core is critical for developing accurate models of the moon's formation. The data sheds light on the evolution of a lunar dynamo -- a natural process by which our moon may have generated and maintained its own strong magnetic field.

The team's findings suggest the moon possesses a solid, iron-rich inner core with a radius of nearly 150 miles and a fluid, primarily liquid-iron outer core with a radius of roughly 205 miles. Where it differs from Earth is a partially molten boundary layer around the core estimated to have a radius of nearly 300 miles. The research indicates the core contains a small percentage of light elements such as sulfur, echoing new seismology research on Earth that suggests the presence of light elements -- such as sulfur and oxygen -- in a layer around our own core.


Data from Apollo-Era Seismometers
The researchers used extensive data gathered during the Apollo-era moon missions. The Apollo Passive Seismic Experiment consisted of four seismometers deployed between 1969 and 1972, which recorded continuous lunar seismic activity until late-1977.

"We applied tried and true methodologies from terrestrial seismology to this legacy data set to present the first-ever direct detection of the moon's core," said Renee Weber, lead researcher and space scientist at NASA's Marshall Space Flight Center in Huntsville, Ala.

The team also analyzed Apollo lunar seismograms using array processing, techniques that identify and distinguish signal sources of moonquakes and other seismic activity. The researchers identified how and where seismic waves passed through or were reflected by elements of the moon's interior, signifying the composition and state of layer interfaces at varying depths.


Comparison with Apollo-Era Results
Although sophisticated satellite imaging missions to the moon made significant contributions to the study of its history and topography, the deep interior of Earth's sole natural satellite remained a subject of speculation and conjecture since the Apollo era. Researchers previously had inferred the existence of a core, based on indirect estimates of the moon's interior properties, but many disagreed about its radius, state and composition.

A primary limitation to past lunar seismic studies was the wash of "noise" caused by overlapping signals bouncing repeatedly off structures in the moon's fractionated crust. To mitigate this challenge, Weber and the team employed an approach called seismogram stacking, or the digital partitioning of signals. Stacking improved the signal-to-noise ratio and enabled the researchers to more clearly track the path and behavior of each unique signal as it passed through the lunar interior.

"We hope to continue working with the Apollo seismic data to further refine our estimates of core properties and characterize lunar signals as clearly as possible to aid in the interpretation of data returned from future missions," Weber said.


New Data From the GRAIL Mission
Future NASA missions will help gather more detailed data. The Gravity Recovery and Interior Laboratory, or GRAIL, is a NASA Discovery-class mission set to launch this year. The mission consists of twin spacecraft that will enter tandem orbits around the moon for several months to measure the gravity field in unprecedented detail. The mission also will answer longstanding questions about Earth's moon and provide scientists a better understanding of the satellite from crust to core, revealing subsurface structures and, indirectly, its thermal history.

The Research Team
In addition to Weber, the team consisted of scientists from Marshall; Arizona State University; the University of California at Santa Cruz; and the Institut de Physique du Globe de Paris in France. Their findings are published in the online edition of the journal Science.

NASA and other space agencies have been studying concepts to establish an International Lunar Network -- a robotic set of geophysical monitoring stations on the moon -- as part of efforts to coordinate international missions during the coming decade.

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Fonte:geology.com

23 dezembro 2010

Imagens da Nasa revelam lado oculto da Lua


A Sonda de Reconhecimento Lunar (LOLA, na sigla em inglês) está a ajudar investigadores a criar o mais completo e preciso mapa lunar já feito.

Os "três mil milhões de pontos de informação" já recolhidos estão a ser usados "para a criação de mapas de terreno e mapas digitais de relevo que servirão como referência fundamental para futuras missões científicas e de exploração da Lua", explicou Gregory Neumann, do Centro de Voos Espaciais Godard da NASA, em comunicado.

Os cientistas esperam mesmo "fornecer capacidade de navegação próxima à de um GPS". Segundo Neumann, a sonda de reconhecimento lunar da NASA também permite estudar o histórico de iluminação no ambiente lunar bem como a temperatura das crateras, um aspecto fulcral para a descoberta de áreas que ficaram muito tempo nas sombras.

Estes lugares, geralmente em crateras profundas perto dos pólos lunares, funcionam como locais de armazenamento, capazes de acumular e preservar materiais voláteis como gelo.


Nova imagem da lua obtida com a LOLA


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Fontes:
noticias.r7.com
boasnoticias.pt