A Lua tem 100 milhões de anos a menos que se pensava, aponta um estudo do Instituto de Ciência Carnegie, nos Estados Unidos. A descoberta pode, segundo os cientistas, mudar a forma como se entende os primeiros anos de existência da Terra e do seu satélite natural.
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15 outubro 2013
23 setembro 2013
NASA divulga vídeo da rotação completa da Lua
O vídeo foi feito a partir de 110 mil fotos tiradas de uma câmara a bordo do Lunas Reconnaisance Orbiter (LRO) ao longo de um mês lunar, no qual o satélite natural da Terra cumpre uma rotação de 360 graus.
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Retirado de: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=657191
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19 março 2012
Evolution of the Moon
From year to year, the Moon never seems to change. Craters and other formations appear to be permanent now, but the moon didn't always look like this. So, for understand how was the evolution of our natural satellite over time, see the following video from NASA's Lunar Reconnaissance Orbiter.
14 agosto 2011
A Terra poderá ter tido duas luas
Uma nova teoria, descrita num artigo publicado na revista Nature, sugere que a Terra poderá ter tido uma segunda Lua, mais pequena, que desapareceu numa colisão lenta com a sua irmã.
Há vários anos que os cientistas tentam perceber por que razão o lado visível da Lua é maioritariamente plano enquanto o lado oposto apresenta montanhas com mais de 3 mil metros.
Durante este tempo, têm sido propostas várias teorias para explicar o que determinou esta diferença na topografia lunar. Os últimos artigos publicados sobre o assunto referiam-se a uma série de colisões cósmicas durante um longo período de tempo.
Cientistas afirmam que a Terra foi atingida há cerca de 4 mil milhões de anos por um outro planeta do tamanho de Marte, numa teoria que ficou conhecida como Hipótese Impacto-Global. Os detritos resultantes poderão ter formado a amálgama de detritos que originou a Lua.
Uma equipa de cientistas refere agora, num artigo publicado na revista científica Nature, que a Terra poderá ter tido uma segunda Lua, mais pequena.
Martin Jutzi, da Universidade de Bern, na Suíça, é um dos autores deste artigo. Explicou que «quando olhamos para esta teoria não há nenhuma razão para se ter formado apenas uma Lua.»
Depois de estar «presa», durante milhões de anos, a pequena lua embarcou numa rota de colisão com a sua irmã. A colisão foi lenta, a uma velocidade inferior a 3 km/s, mais baixa que a velocidade do som nas rochas. «Isto é importante porque significa que não houve grandes choques ou fusão» durante o processo.
Na altura da colisão, a grande Lua teria um «oceano de magma» coberto com uma crosta fina. Os cientistas argumentam que o impacto terá levado à acumulação de material sobre a crosta lunar, o que formou as montanhas e, terá redistribuído o magma para o lado visível da lua. A redistribuição do magma é apoiada por observações da sonda lunar Prospector.
Maria Zuber, do MIT, sugere que o novo estudo «demonstra plausibilidade em vez de provas.» Os autores «aumentaram a possibilidade legítima que após um impacto gigante com a Terra talvez, fugazmente, possuía mais do que uma Lua.»
Os investigadores envolvidos neste estudo esperam que os dados detalhados das estruturas internas da Lua, obtidos pela sonda da Nasa, Lunar Reconnaissance Orbiter e, os mapas de alta resolução da missão Gravity Recovery and Interior Laboratory (GRAIL), irão fundamentar ou desafiar a sua teoria no próximo ano.
Por outro lado, aguardam por »uma amostra do lado escuro da Lua de uma missão tripulada [que] irá certamente ajudar a dizer qual a teoria mais provável.»
Adaptado de: Naturlink
17 março 2011
Lua cheia como não se via há 18 anos...
No próximo sábado (19 Março 2011) a lua cheia vai estar mais perto da Terra do que alguma vez esteve nos últimos 18 anos, iluminando o céu a uma distância de "apenas" 356 574 quilómetros.

O fenómeno de aproximação da lua à Terra é designado de perigeu e explica-se por a sua órbita não ser circular, mas sim elíptica.
Geralmente o ponto mais próximo é de 363 104 quilómetros e no sábado estará a 6 530 quilómetros mais perto. A influência do satélite da Terra faz-se sentir, por exemplo, nas marés.
«Super Lua», como é conhecido, acontece quando está mais perto do que é normal, dentro da sua órbita, e quando ao mesmo tempo é lua cheia.
Apesar de existir uma relação entre as fases da lua cheia e nova e as actividades sísmicas, os cientistas negam que o sismo que ocorreu no Japão possa estar relacionado com a «Super Lua». Na Internet circulavam teorias de que o sismo seria consequência deste fenómeno.
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Fonte: http://www.dn.pt/

O fenómeno de aproximação da lua à Terra é designado de perigeu e explica-se por a sua órbita não ser circular, mas sim elíptica.
Geralmente o ponto mais próximo é de 363 104 quilómetros e no sábado estará a 6 530 quilómetros mais perto. A influência do satélite da Terra faz-se sentir, por exemplo, nas marés.
«Super Lua», como é conhecido, acontece quando está mais perto do que é normal, dentro da sua órbita, e quando ao mesmo tempo é lua cheia.
Apesar de existir uma relação entre as fases da lua cheia e nova e as actividades sísmicas, os cientistas negam que o sismo que ocorreu no Japão possa estar relacionado com a «Super Lua». Na Internet circulavam teorias de que o sismo seria consequência deste fenómeno.
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Fonte: http://www.dn.pt/
23 dezembro 2010
Imagens da Nasa revelam lado oculto da Lua
A Sonda de Reconhecimento Lunar (LOLA, na sigla em inglês) está a ajudar investigadores a criar o mais completo e preciso mapa lunar já feito.
Os "três mil milhões de pontos de informação" já recolhidos estão a ser usados "para a criação de mapas de terreno e mapas digitais de relevo que servirão como referência fundamental para futuras missões científicas e de exploração da Lua", explicou Gregory Neumann, do Centro de Voos Espaciais Godard da NASA, em comunicado.
Os cientistas esperam mesmo "fornecer capacidade de navegação próxima à de um GPS". Segundo Neumann, a sonda de reconhecimento lunar da NASA também permite estudar o histórico de iluminação no ambiente lunar bem como a temperatura das crateras, um aspecto fulcral para a descoberta de áreas que ficaram muito tempo nas sombras.
Estes lugares, geralmente em crateras profundas perto dos pólos lunares, funcionam como locais de armazenamento, capazes de acumular e preservar materiais voláteis como gelo.
Nova imagem da lua obtida com a LOLA
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Fontes:
noticias.r7.com
boasnoticias.pt
27 outubro 2010
Recursos minerais na Lua - prata, hidrogénio e mercúrio
Cratera feita pela NASA parece «um tesouro de elementos químicos»
«O solo lunar é mais rico do que até agora se pensava pois contém uma variedade de elementos químicos úteis como a prata, o hidrogénio e o mercúrio» assim revelam as mais recentes conclusões de um projecto da NASA.
«O solo lunar é mais rico do que até agora se pensava pois contém uma variedade de elementos químicos úteis como a prata, o hidrogénio e o mercúrio» assim revelam as mais recentes conclusões de um projecto da NASA.
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